Histórias Reais

Graças ao Cervi, muitas crianças já foram salvas do aborto.

Algumas  mulheres quiseram compartilhar seus depoimentos.

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A história de D.(*), vítima de violência sexual

Meu nome é D. tenho 17 anos. Sou recepcionista e estou cursando o 2º ano do ensino médio. Há alguns meses atrás, fui vítima de violência sexual e engravidei.

Estava sozinha, tinha medo e vergonha de contar para meus pais, pois não sabia qual seria a reação deles, então acabei entrando em contato com o monstro que causou meu problema e quando ele soube de tudo ficou bravo, dizendo pra que eu abortasse porque a criança não era dele, além disso, ele era estéril, mesmo sabendo que eu nunca havia tido nenhuma relação sexual com outra pessoa antes.

Desesperada e desinformada eu tentei vários chás caseiros para cometer aborto, mas não obtive sucesso algum.

Então o tempo foi passando, a minha barriga crescendo e eu me distanciando de tudo e de todos para evitar perguntas constrangedoras. Entrei em depressão e me via em um poço sem saída. Até suicídio tentei cometer. Sinceramente eu não era mais uma pessoa feliz.

Até que em uma manhã abençoada, uma colega de trabalho me emprestou uma revista, onde uma moça contava a história sobre sua gravidez e como o Cervi a havia ajudado. Nessa matéria, tinha o número de telefone, então eu decidi ligar e fui muito bem atendida por uma funcionária que me convidou pra conversar com ela. Quando eu cheguei, senti que Deus havia colocado uma luz na minha vida e que eu havia achado a luz no fim do túnel.

Eu me emocionei muito contando minha historia e quando ela disse que iria me ajudar, senti um alivio muito grande dentro do meu coração. Então, comecei a fazer terapia e graças a Deus, decidi não abortar, consegui contar a verdade a meus pais e comecei a fazer pré-natal.

Mesmo decidida a não abortar estava decidida a encaminhar para adoção, mas quando minha filhinha nasceu e eu e meus pais vimos seu rostinho nos emocionamos, sendo impossível não decidirmos ficar com ela. Hoje, apesar das dificuldades que passei e passo, posso dizer que sou uma mãe feliz e tudo isso graças a Deus e ao Cervi. Agradeço muito a Deus pelo Cervi existir e oro todas as noites para que Deus abençoe a todas os

voluntários e voluntárias e que eles possam continuar ajudando outras mulheres como me ajudam. O que eu e a minha filhinha queremos dizer ao Cervi é que AMAMOS VOCÊS.

D.

(*) A pedido de D., mencionamos apenas suas iniciais.

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Depoimento de G.M.S., mãe solteira

 O Centro de Reestruturação para a Vida (CERVI) foi uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida durante a minha gestação, pois, quando eu soube que estava grávida, fiquei desesperada.

O meu relacionamento com o pai da minha filha não estava nada bem, e com a gravidez tudo acabou de vez. Por fim acabei sendo mãe solteira e o apoio que ele deveria me dar, o CERVI me deu.

Apoio psicológico e material, pois eu morava sozinha e estava desempregada. O enxoval da minha filha foi o CERVI que me ajudou a montar me dando algumas roupas.

Eu agradeço a Deus por existirem essas casas que dão apoio às mães solteiras e voluntarios que trabalham com amor para atender a todos.

Hoje, meu bebê tem 3 meses, se chama M. e é a coisinha mais linda do mundo.

Meu eterno agradecimento ao CERVI.

V., 23 anos, São Paulo, SP

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Historia da Maria    (relatado por uma das voluntárias do CERVI)

Maria (*) veio ao CERVI, pois quando descobriu que estava grávida entrou em sites de aborto e conversou com uma voluntária nossa, que a encaminhou ao escritório.
Foi casada por 6 anos sem nunca ter engravidado e após a separação conheceu um rapaz com quem começou um relacionamento.
Após alguns meses engravidou e assim que ficou sabendo, pensou em abortar, pois esta pessoa não é quem admira e nem com quem gostaria de ter um filho, por não estar estável financeiramente e por não poder contar com o apoio da família.
Conversamos em sala por 2 horas.

Contei  sobre  as possíveis consequências e tristezas que um aborto traz, mostrando o valor de sua vida e do amor de Deus por ela.

Porém, tudo o que dizia, ela jásabia e também o que Deus pensava sobre sua decisão de abortar. Estava segura do que queria. Terminamos a  conversa com uma oração que naquele momento nos pareceu ter sido a única coisa que a tocou,  pois  Maria chorou muito.

Dois dias depois ligamos para ela e disse que continuava com a mesma intenção e procurava uma clinica de aborto que fosse segura, falou muito rápido e disse que ligaria mais tarde. Não ligou. Continuamos em oração por sua vida e pela vida do bebê.
Na semana seguinte ligamos novamente, disse que não poderia atender pois estava no trabalho e ligaria em 10 minutos. Achamos que não ligaria, mas qual nossa surpresa quando ligou
  dizendo COM ALEGRIA QUE HAVIA DESISTIDO DO ABORTO!!!
uinte ligContou que desde que saiu do CERVI, à noite quando conversou com o namorado ele disse que ela estava diferente, porém continuaram com a idéia do aborto. 

‘Quando foi à clínica de aborto, achou o lugar muito “pesado” e meio sujo (sic).’  

Saiu de lá com a certeza que levaria a gestação até o final e que teria seu filho!

Irá morar com seus pais e terá todo apoio que precisa.

Agradeceu o apoio e reconheceu que Deus a encaminhou ao CERVI e permitiu que fosse até aquela clinica de aborto horrível para ver que REALMENTE ERA O QUE ELA NÃO QUERIA.”

 A pedido de Maria(*), o nome dela foi alterado para essa divulgação.

Uma resposta para Histórias Reais

  1. Christine Ulhâo Dantas dos Santos disse:

    Meu nome é Christine, hoje tenho 29 anos, mas quando engravidei pela primeira vez tinha apenas 19. Quando soube que estava grávida confesso que foi um choque pois estava fazendo faculdade. Meu namorado na época chegou a cogitar o aborto, inclusive a mãe dele, mas fui firme na minha decisão. Após perceber que não tinha outro jeito ele resolveu aceitar, mas não foi fácil ele aceitou a gravidez quando eu já estava de 5 para 6 meses. Conheci o CERVI quando estava num ônibus e resolvi saber como funcionava. Fui bem acolhida, acompanhada, tive até conversas estilo consulta de psicóloga. Me ajudaram muito, inclusive dando as primeiras roupinhas da minha filha. Me deram dica do Exército da Salvação e do Amparo Maternal, caso nem o pai da minha filha e nem minha família me desse apoio na ocasião.
    Por fim, conversei com meu namorado e resolvemos que eu teria a nossa filha junto com a minha mãe que mora em Curitiba, mas minha mãe disse que para tal eu teria que terminar o namoro com ele. Fingimos que terminamos para que tudo desse certo. Por fim minha filha nasceu em Curitiba, longe do pai, mas ficamos amparadas pela minha mãe. Depois de quase 3 anos, pois sai de São Paulo em janeiro de 2002 e retornei em dezembro de 2004 estou desde então casada com o pai da minha filha e já temos outra de quase 10 meses, que nasceu em dezembro de 2010.
    Hoje sempre que posso indico o CERVI, pois me ajudaram quando minha cabeça estava mais confusa. Agradeço à Deus por colocar o CERVI em meu caminho.
    Minha filha mais nova usou a roupinha que a mais velha ganhou do CERVI e guardarei para que meu/minhas netas usem também.

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